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Meu Passado

30.12.03
As crianças lindas que um dia eu peguei no colo


Meu irmão(+ ou - 10 anos na foto) que fez 15 anos no domingo com direito a festa no Espaço Marum...


Minha prima Luana(+ ou - 5 anos na foto) que fez 10 anos dia 21 de dezembro...


Totem familiar em Santa Rita do Jacutinga em Minas Gerais em 1998.

por SamBEIRA

 


Quase que esqueço do aniversariante do dia: Aloysio de Oliveira. Figura importantíssima na história da música brasileira, criador da gravadora Elenco e produtor musical de vários artistas, além de ser figura representativa no surgimento da Bossa Nova.

por SamBEIRA

 


Hoje não estou com vontade de postar nada, nem contei como foi o Pagode do Arlindo ontem, melhor mesmo pq não é muito a minha praia e os fãs dele ficariam revoltados com os meus comentários! Contamos com a presença do Arnaldo Alfredo que alegrou a noite e depois no Carlitos as irmãs hilárias Zilmar e Vanuzia, com direito a muitas gargalhadas...

* * *
Vem chegando a virada do ano e nela vale tudo para dar um empurrãozinho na conquista dos nossos sonhos: pular ondinhas, jogar flores no mar, caroços de romã, de uva, calcinha colorida, mas muito cuidado ao escolher as cores.... muito cuidado!
Ano passado passei de blusa vermelha, salmão e rosa... Deu no que deu: muita paixão, amor e carinho o ano inteirinho, foi um ano excepcionalmente maravilhoso, espero que 2004 seja melhor ainda, para mim e para vocês!!!

Desejo aos blogueiros e desblogados um 2004 ES-PE-TA-CU-LAR!



por SamBEIRA

 

29.12.03
Pagode do Arlindo Cruz hoje no Tatro Rival convida Dona Ivone Lara e o G.R.E.S. Império Serrano, aquecimento para o nosso desfile na Avenida pelo Império Serrano com Aquarela Brasileira, releitura do enredo apresentado em 1964.


Dia 29 de Dezembro
Segunda-Feira - 19:30h

Os 400 primeiros pagam - R$ 12,00
Os demais pagarão - R$ 24,00 (inteira)


Aquarela Brasileira
Autor: Silas de Oliveira

Vejam esta maravilha de cenário
É um episódio relicário
Que o artista num sonho genial
Escolheu para este carnaval
E o asfalto como passarela
Será a tela
Do Brasil em forma de aquarela
Passeando pelas cercanias do Amazonas
Conheci vastos seringais
No Pará, a ilha de Marajó
E a velha cabana do Timbó
Caminhando ainda um pouco mais
Deparei com lindos coqueirais
Estava no Ceará, terra de Irapoã
De Iracema e Tupã
Fiquei radiante de alegria
Quando cheguei à Bahia
Bahia de Castro Alves, do acarajé
Das noites de magia do candomblé
Depois de atravessar as matas do Ipu
Assisti em Pernambuco
À festa do frevo e do maracatu
Brasília tem o seu destaque
Na arte, na beleza e arquitetura
Feitiço de garoa pela serra
São Paulo engrandece a nossa terra
Do leste por todo o centroeste
Tudo é belo e tem lindo matiz
O Rio dos sambas e batucadas
De malandros e mulatas
De requebros febris
Brasil, essas nossas verdes matas
Cachoeiras e cascatas
De colorido sutil
E este lindo céu azul de anil
Emolduram em aquarela o meu Brasil

Lá rá rá rá rá
Lá lá lá lá iá



por SamBEIRA

 


O Centenário de Lamartine Babo será comemorado também na tradicional Corrida de camas que acontece em Fevereiro em Copacabana.

por SamBEIRA

 


Pós-Reveillon comemorado com roda de samba...

patrocianda pela RioTur na Praia do Flamengo, dia 3 de janeiro(sábado) às 19horas.

Participantes: Almir Guineto, Dona Ivone Lara, Elson do Forrogode, Elton Medeiros, Guilherme Brito, Martnália, Monarco, Nei Lopes, Nelson Sargento, Noca da Portela, Xangô da Mangueira, Walter Alfaiate, Wilson das Neves, entre outros.

Transmissão ao vivo pelo link http://riotur.jjardim.com


por SamBEIRA

 




Samba no Reveillon na orla do Rio de Janeiro

Praia do Flamengo, em frente à rua Dois de Dezembro, Palco Cartola:
Bangalafumenga, às 22h
Alceu Valença, às 12:15
São Clemente, à 01:30

Ilha do Governador, na Praia da Bica, Palco Luiz Gonzaga:
Razão Brasileira, às 20h
Fundo de Quintal, às 22h
Maurício Mattar, às 12:15
União da Ilha, às 01:30

Paquetá, na Praia da Moreninha, Palco Aldir Blanc:
Luz Neon, às 20h
Lecy Brandão, às 22h
Paulinho Mocidade, às 12:15

Ipanema, em frente à Rua Paul Redfern, Palco Tom e Vinicius:
Isabela Taviani, às 20:30
MPB 4 e Quarteto em Cy, às 22:30
Rogê, às 12:15
Imperatriz Leopoldinense, às 01:30

Barra I, em frente á Praça do Ó, Palco Cássia Eller:
Forróçacana, às 22h
Lobão, às 12:15
Salgueiro, às 01:30

Barra II, na Av. Ayrton Senna, Palco Tim Maia:
Kiloucura, às 20:30
Elza Soares, às 22h
Dudu Nobre, às 12:15
Mocidade Independente de Padre Miguel, às 01:30


Sepetiba, na Praia do Recôncavo, Palco Lamartine Babo:
Arlindo Cruz, às 20h
Bebeto, às 22h
Zeca do Trombone e Altemar Dutra Jr., às 12:15
União de Santa Cruz, às 01:30

Pedra de Guaratiba, na Praia da Brisa, Palco Heitor dos Prazeres:
Azul Limão, às 20h
Golden Boys, às 22h
Wando, às 12:15
Tradição, às 01:30

Em Copacabana:
Palco Ary Barroso, em frente a Rua Anchieta no Leme:
Sombrinha, às 22:30
Jorge Aragão, às 12:30
Grande Rio, às 02:30


Palco Nara Leão, República do Peru:
Eletrosamba, às 22:30
Lulu Santos, às 12:30
Mangueira, às 02:30

Palco Braguinha, Constante Ramos:
Bossa Cuca Nova e Vj Alexis, às 22:30
Los Hermanos, às 12:30
Beija-Flor, às 02:30


por SamBEIRA

 

26.12.03
Bebendo Nelson cavaquinho

Não critico a ninguém
sempre me achei feliz
pois se eu erro também
nunca posso ser juiz.

(Lágrima sem jurí de Nelson Cavaquinho)





Imagem: Equilibrista e Malabarista de Inos Corradim











por SamBEIRA

 


Hoje
- Ancelmo para oGlobo: Hoje, no Bip Bip, tem lançamento da camisa desenhada por Amorim em homenagem a Walter Alfaiate.

Amanhã
- Amanhã eu e o Marcelinho estaremos no Armazém 161, curtindo Teresa Cristina e Grupo Semente e segunda-feira no Rival com pagode do Arlindo Cruz e Velha-Guarda do Império Serrano. Convido os amigos.... vamos?!

Janeiro
- Os cartazes pela cidade anunciam: Durante o mês de Janeiro terá homenagem a Lamartine Babo no CCBB-RJ, projeto de Luis Filipe de Lima.

- Do Pentimento: O Carioca da Gema vai promover semanalmente durante o mês de janeiro um show só com sambas-de-enredo que fizeram história. No comando, o sempre competente Paulão Sete Cordas...



por SamBEIRA

 


Samba no Natal...
Eu comprei de presente de natal para o menino, um fone de ouvido de corrida, cheio de "especificações técnicas", dã! E daí?! Parecia um presente incompleto: um fone de ouvido! Um fone sem o som não serve pra nada... Fui andando pela Uruguaiana pensando num outro presentinho que pudesse ser original, passei em frente a Hering e pensei numa camisa pintada, fui para a Casa Cruz comprei a tinta para tecido e o pincel e fui pra casa...


Pintei a camisa, que ficou linda...


Olha aí!


Eu ganhei este livro do Cartola, maravilhoso: chama-se "Todo tempo que eu viver" do Roberto Moura, pela Editora Corisco de 1988. Tem várias fotos legais e acompanha uma fita cassete com depoimentos do Cartola e um livrinho com músicas. Amei!

por SamBEIRA

 

24.12.03
Futebol do pessoal do Bip Bip

Na arquibancada...

O primeiro time a deixar a Quadra... (marcelinho, Paulo Aragão - ao lado da mulher, Janjão, Eduardo Neves e Valadares)


O segundo time a sair da Quadra - o melhor time! (Paulão, Fernando do Bip no gol, Luis Flávio, Fernando e o filho do Paulão - de azul )


A torcida!


Os sobreviventes depois do futebol...


No salão...






Trófeu resistência no salão: Paulão e Janjão
Trófeu revelação: Manoela (isso mesmo a menina batia um bolão!)
Melhor Equipe: Paulão, Luís Flávio, Fernando do Bip, Fernando e Filho do Paulão.
Melhor forma física: O lindinho Marcelinho (só jogou uma partida de 20 minutos!)
Contundido em tempo mínimo: Fernando - antes da partida começar precisou do gelo!

Participantes (alguns não conheço todos!):
Marcelinho, Paulo Aragão, Janjão, Eduardo Neves e Valadares, Paulão, Luís Flávio(Água de Moringa), Fernando do Bip, Fernando, Filho do Paulão, Mário Moura, Marcelo Goldstein, Filho da Cristina (esqueci o nome!)...


por SamBEIRA

 

23.12.03
Aniversariante do dia: Cristina Buarque



(...)
Zeca - Você falou que o pessoal que vai à Lapa conhece as músicas que são cantadas lá. "O quitandeiro" é um puta sucesso, todo mundo canta no Semente! E os caras falam que no terreiro também existia esse tipo de sucesso. É um sucesso que independe do rádio, espontâneo. "Esta melodia" é um exemplo.

Cristina - É, "Esta melodia" [n.e. De Bubu e Jamelão, gravada por Cristina em 1976, LP Prato e faca] fez há muito tempo sucesso na Portela, foi gravada e depois ficou esquecida. Agora a Marisa Monte gravou [n.e. No disco Verde anil amarelo cor-de-rosa e carvão, EMI-Odeon, 1994] e voltou a ser um sucessão de novo. Como a Teresa Cristina que canta "Embrulha que eu carrego", do Alvaiade. Um samba que fez sucesso na década de 40. Agora, quem está na Lapa já conhece.

(...)

Entrevista completa aqui no site Gafieiras.

Tem homenagem lá no Mascavinhas também...

por SamBEIRA

 


Não me aguento de tanta ansiedade!

Tive uma brilhante idéia de fazer um presente pro namorado, só não sabia que ia ficar tão lindinho... tô doida pra entregar!

por SamBEIRA

 


Santa Bárbara X São Jerônimo

Estava lendo o Guimbaustrilho, livro escrito pelo sambista, advogado e pesquisador da cultura afro Nei Lopes, a procura de dados sobre times de futebol de sambistas importantes, encontrei lá muita informação, mas confesso que desconfio de tudo, tudo que li irei pesquisar em outro canto. De tudo que o Sêu Nei escreveu inclusive o Sambeabá e o Dicionário Banto eu desconfiou, me desculpem aqueles que são seus fãs e o próprio se passar por aqui, mas buliu com a minha fé cristã ! Com a minha Santa fé cristã!

No Guimba, ele faz um passeio pelas estações de Trem da Central a Santa Cruz com direito a esticadas a bairros vizinhos, e ele chega lá no suburbão onde eu morava, Coelho Neto, fala sobre o Quilombo que Candeia fundou e sobre a Acari Records, foi neste ponto que ele falhou, ele diz que a gravadora que fica na casa dos Carrilhos próximo a Igreja Santa Bárbara.

Eu morava ali, duas ruas antes da Antiga rua 6, a rua da igreja e da gravadora, e esta igreja eu conheço bem, fui batizada nela, fiz catecismo e primeira(e última!) comunhão lá, a comunhão foi idéia da minha mãe, a família não é religiosa, não sei o que deu nela para me obrigar a isto. Quando fiz a primeira comunhão a hóstia para mim já não era novidade há tempos... Eu gostava de ir com uma amiga para a igreja, quando pequena, em dias comuns e ajudar na arrumação, e foi lá que com o sacristão, amigo do pai da minha amiguinha, que expirementamos algumas vezes a tal da hóstia. Eu lembro bem desta igreja, por dentro e por fora, o nome dela é Igreja São Jerônimo. Era desta Igreja o Padre Max envolvido num escândalo da igreja, eu era pequena na época e não faço idéia do que ele fez, só me lembro das fotos nos jornais.

Por coincidência, eu tb conheço muito bem a Igreja Santa Bárbara. Essa fica em Rocha Miranda, um bairro vizinho que de onibus a distância medida em tempo fica em torno de vinte minutos. Fica no mesmo terreno da escola que estudei por oito anos, o Salesiano, o Padre da Igreja era o Padre Geraldo que acumulava a função de diretor da escola que Dom Bosco é padroeiro. Acho que entrei na igreja umas vinte vezes pela passagem interna que ligava a escola a Igreja e que eu, bobinha, julgava ser secreta.

Só sei que esta falha (humana!) do Nei me fez viajar nas memórias que tenho das duas igrejas, me fez tão bem lembrar de tanta coisa e ainda sentir cheiros que eu não sentia há tempos...

obs.: Quem quiser averiguar o Guimba, a informação encontra-se na página 139.

por SamBEIRA

 

22.12.03
A Quadra de novo...

Tenho a teoria de que não podemos desperdiçar a sorte com pouca coisa, se é pra gastar tem que ser com muito! Queria ter ganho na Sena, mas deu quadra de novo, segunda vez no ano... Se pelo menos fosse a Quina, significaria evolução e na próxima com certeza seria a Sena...

Agora, é só esperar o pote da sorte se encher novamente.

por SamBEIRA

 


Samba comprova a sua maleabilidade : Tarik para o JB

O samba fecha o ano com mais uma safra diversificada que atesta a maleabilidade do gênero. Há desde pagode em Derramando alegria (CCF), solo de Sombrinha após a separação de Arlindo Cruz, e Sambas de Almir (Vieira Records) de Dorina, onde a cantora vasculha a obra de Almir Guineto com participações do próprio, de Zeca Pagodinho e do referido Arlindo. Há também a trilha sonora do filme Meu tempo é hoje (Biscoito Fino), de Izabel Jaguaribe, com o biografado Paulinho da Viola e convivas como seu pai, Cesar Faria em raro solo vocal, Marisa Monte, Elton Medeiros, o supracitado Zeca Pagodinho, Nó em Pingo D'Água, Amélia Rabello e a Velha Guarda da Portela.

Aqui



por SamBEIRA

 


Ainda o natal entre amigos...

No Devassa no Leblon ao som de Samba-Rock: Farofa Carioca e Jorge Ben.
Chegamos tarde depois do amigo-oculto das calcinhas, mas foi bom ver as meninas! Marcamos de nos encontrar outro dia, né?! Adre e Carol?!

obs.: O couvert artístico não é caro, custa cinco reais, mas o local é pequeno e fica lotado...


Elaine, eu, Marcelinho (ainda sob os efeitos emocionais do Natal entre amigos), Adre e a Carol.

por SamBEIRA

 


O evento se chama "Natal dos amigos", criado pela Ju, que não é a Ju Prado é a Jubilau uma outra fofa, reune amigos de muito tempo e amigos mais recentes para comemorar o Natal, o clima era maravilhoso muita gente "bonita", bonitas por dentro. E como conta o Marcelinho lá no Pentimento, existe um momento, tipo um amigo-oculto-contemporêneo (nome dado por uma das meninas), onde cada um leva um objeto que tenha importância para sua vida: um livro, uma foto, uma música, um poema, qualquer coisa, as pessoas fazem uma roda e o objeto é apresentado em público acompanhado de declarações a respeito, é neste momento que começam as doações particulares que causam risos e lágrimas...

O Marcelinho levou uma música, linda, que acabou sendo um dos momentos mais emocionantes da noite, começou contando que no ano anterior, dia 22 ele estava ali naquela reunião e que alguns dias depois vinha a perder seu pai, que faleceu dia 31 de dezembro. Um ano depois ele faz uma homenagem ao pai, levou uma música que o Mouta pai gostava e que passa pela dita cuja: a morte.

Súplica
João Nogueira / Paulo Cesar Pinheiro.

O corpo a morte leva
A voz some na brisa
A dor sobe pras trevas
O nome a obra imortaliza

A morte benze o espírito
A brisa traz a música
Que na vida é sempre a luz mais forte
E ilumina a gente além da morte.

Vem a mim, ó música!
Vem no ar
Ouve de onde estás a minha súplica
Que eu bem sei talvez não seja a única
Vem a mim, ó música!
Vem secar do povo as lágrimas
Que todos já
Sofrem demais
E ajuda o mundo a viver em paz



por SamBEIRA

 


No Candongueiro com Velha Guarda da Portela

Rosane, Claudinha, Andreia, eu e o MarcelinhoClaudinha e Sêu Jair do CavaquinhoMaiana e as gêmeas Célia e Renata
A Velha Guarda da Portela - Alexandre ao fundo de azulA Velha Guarda da PortelaA Velha Guarda da Portela - Casquinha e MonarcoEugênia e metade do amigo, entrou uma cabeça na frente...

Marcelo de Paris e eu com uma boca horrorosa!Vitinho (amigo do Marcelinho) e a BiaEu e o Sêu Walti que pela segunda vez me confundiu com uma tal de Gilda...A Claudinha na maior animação com a VGP!
Clicar na foto para ampliar e passe o mouse para ver a legenda...

Foi a primeira vez dele no Candongueiro, aguardo as impressões...


As minhas foram as seguintes:
- O Candongueiro vem progredindo muito em Infraestrutura, aumentou a área coberta e abriu um novo Bar mais perto da entrada o que eliminou um pouco a circulação pelas laterais para chegar até o bar. Além disso já está planejado novos banheiros do lado de fora.
- É sempre uma viagem ir até Pendotiba curtir samba, mas sempre vale a pena!
- Por indicação da Chris e do Paulo, provamos uma sardinha com fubá que é maravilhosa.

Fiquei feliz de estar assistindo a Velha Guarda da Portela na companhia de pessoas queridas da Andreia e da Rosane que foram gentis e nos cederam espaço na mesa, da Chris e do Paulo que nos deram uma hiper-mega carona até o candonga e da Claudinha que tirou a sandália e incorporou o samba. Ah! E do lindinho que estava pela primeira vez no candonga...


por SamBEIRA

 

19.12.03
Canção do amor que chegou
Vinicius de Moraes / Carlos Lyra

Eu não sei, não sei dizer
Mas de repente essa alegria em mim
Alegria de viver
Que alegria de viver
E de ver tanta luz, tanto azul!
Quem jamais poderia supor
Que de um mundo que era tão triste e sem cor
Brotaria essa flor inocente
Chegaria esse amor de repente
E o que era somente um vazio sem fim
Se encheria de cores assim

Coração, põe-te a cantar
Canta o poema da primavera em flor
É o amor, o amor chegou
Chegou enfim

* * *
Enfim: Esta é pra ele...



por SamBEIRA

 


Cacilds, dá para acreditar?!

Parece que foi ontem que morreu o Mussum, mas ano que vem já fazem 10 anos! Dez anos!!!
O segundo trapalhão mais engraçado, em primeiro fica o Zacarias, nasceu no Morro de Mangueira, e na Avenida como Mangueirense foi passista, um dos fundadores do grupo "Originais do Samba" na década de 60 e tocador de reco-reco.


Originais no Programa Almoço com as Estrelas, apresentado por Aírton Rodrigues, na extinta Tv Tupi, em 1967.
(Foto tirada do site www.embrashow.com.br)

Ver Originais do Samba no CliqueMusic


por SamBEIRA

 


Música para os pimpolhos

A Soninha de Brasília mandou a mensagem para a Tribuna, e achei legal postar aqui... Chegando o natal, hora de presentear os pimpolhos...

* * *

Miguel filho do violonista Luis FilipeMúsica para crianças: Há lugares, no mundo digital, em que pais e filhos podem encontrar-se para compartilhar bons momentos de diversão educativa

Existe vida inteligente além do besteirol (Por Lauro Lisboa Garcia, para o Valor)

A partir de 1943, quando assumiu a direção artística da gravadora
Continental, Braguinha - autor de célebres marchinhas carnavalescas, como
"Chiquita Bacana", "Touradas em Madri" e "Pastorinhas" - também fez história
em outro setor ao lançar a coleção Disquinho. Eram adaptações de clássicos
da literatura infantil e contos originais com canções de sua autoria que
fizeram a alegria de várias gerações. "Pela Estrada Afora", tema de
Chapeuzinho Vermelho, é um de seus muitos sucessos que ficaram na memória de
milhões. Em compactos de vinil colorido, os disquinhos circularam até o
final dos anos 80. Em 2001, 25 dos principais títulos sairam em CD. O
sucesso instantâneo de 250 mil exemplares vendidos fez com que a gravadora
Warner lançasse outro pacote no ano seguinte, igualmente bem-sucedido. Ainda
que se atribua esse resultado ao interesse maior de pais saudosos da
infância, a repercussão sinaliza a demanda por produtos de qualidade
dedicados ao público infantil.


Continua lá na Tribuna da Agenda...


por SamBEIRA

 


Lia de Itamaracá

Centro Cultural dos Correios(Arte da África), às 18h, de graça.



por SamBEIRA

 

18.12.03


No ar a terceira parte da entrevista...

por SamBEIRA

 


Odeio dia de fechamento de jornal...

Cadê a razão?
(Paulinho da Viola)

De repente o sentimento
Procurando seu espaço
Realiza um movimento
E me faz em mil pedaços
De repente uma paixão aflora
E faz um estrago
E o desejo então se solta
E me deixa alucinado
E o ciúme também chega e morde
Louco de vontade
Quase sempre ele se rasga
E deixa marcas no meu braço
Onde anda essa razão
Que há pouco estava do meu lado
Como pode um coração
Bater assim nesse compasso


por SamBEIRA

 




Fiquei sabendo pelo blogue da Juli que hoje é aniversário do Moço que não gosta de música.
Meus parabéns a ele!

por SamBEIRA

 


Cores
Moidsch agora está postando cores, amarelo é a minha preferida.


Alegre, vivo também,
Amarelo se oferece e entrega
Tanto que chega a ser invasivo,
quando perto de cor muito soturna.

Mas em companhia compatível,
O amarelo vai muito bem,
Valorizando as cores próximas
E iluminando a área que ocupa.


por SamBEIRA

 


Anh! Não...

Esqueci em casa a terceira parte da entrevista do Walter alfaiate...


por SamBEIRA

 

17.12.03
Eu e os meus defeitos...

Tenho todos os defeitos do mundo e uma virtude que é enxergar todos os defeitos e nunca, jamais, em hipótese alguma: apontar os defeitos do outro sem que este me pergunte alguma coisa, sou do tipo: cada um na sua, não quero mudar ninguém. Cada um que tenha seu próprio senso de auto-criticar-se a si mesmo [risos].

Eu confesso morro de vergonha da lista dos que tenho, e todos os dias repito pra mim que vou mudar, e mudo! Mas as vezes a mudança é tão pequenininha que para as pessoas não faz diferença alguma, mas para mim faz... Um passo de cada vez.
Eu sou ciumenta, possessiva, vingativa, calculista, debochada, sarcástica, irônica, mimada, irritável, intolerante, volúvel, esquizofrênica, desconfiada... Credo! Um monstro... Tudo isto eu enxergo. E isto é o que me conforta, saber exatamente o que eu tenho que acertar, basta ter força de vontade e ir aparando arestas.

Não faço a lista dos adjetivos positivos porque não caberia no post [sic... mentira!], eu os tenho e também enxergo, mas me preocupo mais em consertar o que ainda tem conserto.

Tudo o que eu queria mesmo, era ser uma pessoa mais ingênua, além de não apontar os defeitos dos outros, não enxergar. Não ver a maldade nos (ou dos) outros(até aquela que não existe e eu acho que existe), achar que o mundo é feito só de flores, chocolate, o azul do mar, as estrelas, o canto dos passarinhos...
Era só o que eu queria, ser mais ingênua...

De uma forma metafórica, aqui cabe o "Calo de estimação".

Eu tenho um calo que parece gente
quando faz um tempo frio ele faz um tempo quente
E esse calo só falta falar
ele advinha até quando tempo vai mudar

Já me disseram pra cortar com alicate
Pra botar tomate e pimenta de cheiro
Tenha paciência Dona Margarida
Eu não comida pra botar tempero.

Ai, não me pise no calo !
quanto mais eu falo, mais você me pisa
por causa deste calo estou lhe avisando
eu acabo rasgando a sua camisa
ora, deixe de bobagem, mude de conversa
não me rasgue a camisa, que eu só tenho essa
quem sofre de calo não enfrenta a lua
deixa os pés em casa quando vai prá rua.

por SamBEIRA

 


Salsa, valsa, Jazz, samba e choro estilos que irão compor o primeiro disco de carreira solo do violonista Caio Márcio, que tenho o privilégio de chamar de amigo. Todas as faixas do disco são composições dele, recentemente gravadas no estúdio da Biscoito Fino, a gravadora que lançará o CD, sob produção musical do Paulo Aragão integrante do Quarteto Maogani, figura sempre presente nas rodas do Bip-Bip que vem construindo carreira também dentro dos estúdios, além de produtor musical deste CD, o Paulo foi produtor do Tira Poeira e do novo disco do Guinga.

Foi ouvindo o piano de sua mãe e o clarinete do pai que o Caio se interessou pela música e escolheu o violão/guitarra para instrumento, foi aluno do violonista do Luís Otávio Braga e estudou por quatro anos com Hélio Delmiro, conclui no próximo ano o Conservatório de Música Brasileira, onde se dedicou ao violão.

Para o disco, convidou amigos da Lapa, do Tira Poeira e outros músicos conhecidos como o baixista Jorge Helder, o clarinetista Paulo Sérgio Santos(seu pai) e o flautista Eduardo Neves do grupo pagode Jazz Sardinha's Club. Entre os amigos da Lapa e do grupo Tira Poeira estão os percussionistas Amoy Ribas, Sandrinho, Diego e Sergio Krakovski, Samuel de Oliveira ao Sax e Henry Lentino ao bandolim e ainda o baixista Rubens(não sei o sobrenome!)

Assisti ao primeiro dia de gravação no estúdio, onde foram gravadas as músicas mais lentas, as valsas, dentre elas uma onde o homenageado é um outro violonista, o Guinga, uma resposta a homenagem "Caiu do céu" de Guinga para ele, uma outra para o Jaques, pessoa muito especial e as outras duas para uma menina, a primeira música, não sei o nome definitivo, e a última, "Despedida".

Este é um projeto que acompanhei desde o início, inclusive criação de algumas músicas, seleção de repertório, construção dos arranjos, proposta e negociação com a gravadora onde ele já havia participado, além do disco do Tira Poeira, de um Projeto chamado Compasso Samba e Choro no Paço Imperial que resultou numa série de CDS(ele participa do Nº3) e gravação em estúdio, e em alguns meses, acontecerá a materialização de um Projeto, de um sonho que vi nascer.


Grupo Tira Poeira

por SamBEIRA

 




Bem que a tarde de autógrafos poderia ser na Cantina Donana!

por SamBEIRA

 










35 anos de Bip Bip celebrado com roda de samba e lançamento da Agenda Música Brasileira

Confesso que da primeira vez que fui ao Bip, um boteco em Copacabana, fiquei um tanto decepcionada: "Mas é isso?!". Talvez está seja a primeira impressão de quem chega pela primeira vez no bar de menos de 20 metros quadrados, abarrotado de gente. O que não impede o local de abrigar exposições de quadros, lançamentos de CDS e livros e regularmente rodas de choro, samba e recentemente, bossa nova.

Alfredinho, o dono do bar, é de longe a pessoa mais simpática a primeira vista, aliás ele tem o costume de enxotar novos clientes, mas depois que se conhece o homem, (a impressão não passa ela é simplismente constatada!) vê-se que é um cara que se preocupa com as pessoas além do limite do seu bar, ajuda as crianças do "Se essa rua fosse minha" recolhendo alimentos, moradores do morro Pavãozinho e Rosinha Valença com ajuda de medicamentos, um homem de bom coração.

Não sou uma das frequentadoras mais assíduas, até porque tenho um espírito mais desbravador de que de cliente fidelidade, mas presenciei reuniões muito bacanas naquele espaço, reunindo gente como Cristina Buarque e Walter Alfaiate, dois sambistas que sou fã declarada, e muitos músicos que tocam pela cidade: Paulo Aragão (violonista de 8 cordas do Quarteto Maogani), Pedro Aragão, Marcelo Gonçalves(Trio Madeira Brasil), Zé Paulo Becker (Trio Madeira Brasil), Paulão (sete cordas), Luis Filipe Lima(sete cordas), Ronaldo do Bandolim, Marcelo Bernardes (Chroro na feira) são apenas alguns para começar a lista.

por SamBEIRA

 


A minha frase do dia:
Se você não pode com o loucos, junte se a eles...

obs.: Moro em frente a um hospício.

por SamBEIRA

 


Então, vamos de Paulinho...


1973/76 - Paulinho em foto de divulgação. Foto: Wilton Montenegro.

Samba do amor
(Paulinho da Viola / Elton Medeiros / H. Bello de C)

Quanto me andei
Talvez pra encontrar
Pedaços de mim pelo mundo
Que dura ilusão
Só me desencontrei
Sem me achar
Aí eu voltei
Voltar quase sempre é partir
Para um outro lugar

O meu olhar se turvou
E a vida foi crescendo
E se tornando maior
Todo o seu desencanto
Ah, todos os meus gestos de amor
Foram tragados no mar
Ou talvez se perderam
Num tempo qualquer
Mas há sempre um amanhecer
E o novo dia chegou
E eu vim me buscar
Quem sabe em você


por SamBEIRA

 



Walter é cantor e compositor de sambas, conhecido nas rodas como "o magnata supremo da elegância".

Dia 3 de Outubro deste ano, o Pepê e eu fomos até o Atêlie do Sêu Walter, onde ele mora em Copacabana, saber um pouquinho da sua vida, levando perguntas de frequentadores do blogue (Eugênia, Marcelinho, Marcus Fernando, Paulo Neves, Luise, minha e do próprio Pepê). Fuçar os seus sambas, sua paixão pelo Botafogo e sua amizade com o parceiro mais constante durante toda a vida, Mauro Duarte.

Para mim, uma experiência única, estar perto de um dos meu ídolos, vê-lo sorrir e se emocionar com as lembranças de sambas e amigos, compartilhar memórias num cantinho que já é cheio de símbolos pelas paredes, desde fotos de shows, reportagens, carretéis de linha e ferramentas do trabalho de alfaiate. Ouví-lo cantar e prestar atenção no CD que pôs para ouvirmos...

Disponível a segunda parte da entrevista, até o fim da semana a entrevista estará, no ar, completa.

obs.: Preciso da ajuda de vcs para saber se está lento, se está legível e se está sendo acessado por navegadores diferentes...

Rudimentares do Samba recebem Walter Alfaiate quinta no Centro
End.: boteco Palmira Lanches, na Rua Anfilófio de Carvalho esquina com Rua Debret, Centro.
Horário: a partir das 19h30.
De graça
Informações na Agenda



por SamBEIRA

 

16.12.03

O número 1, 2 e 3 respectivamente.

Ainda não foi desta vez que comprei o irmão de um dos melhores discos de samba que tenho: RODA DE SAMBA - CONJUNTO A VOZ DO MORRO. O irmão é o Roda de samba nº 2. Fui lá no Carlinhos Pedro Lessa com a indicação do Pepê, comprei um disco do Conjunto a Voz do Morro, aquele que reune bambas como Anercarzinho do Salgueiro, Elton Medeiros, Zé Keti, Oscar Bigode, Jair do Cavaquinho, Nelson Sargento, Paulinho da viola e Zé Cruz o homem do chapéu de palha, mas este é o disco "Os sambistas" , conhecido, não oficialmente, como o Nº 3 . Continuo na procura pelo Nº2, quem sabe na próxima ida a Pedro Lessa...

Cuidado
Nelson Sargento/Marreta

Cuidado, Cuidado
Que o amor não é brinquedo não
Talvez nunca sofrestes
A dor de uma paixão

Quando chegares a sofrer
Há de ver que eu estava com a razao
Neste mundo pode-se brincar com tudo
Menos com o coração

por SamBEIRA

 


E por falar em bonde...
(mencionei o bonde no post abaixo)

Costumo voltar de bonde para casa todos os dias(quando vou pra casa do Centro). Quase sempre uma aventura, sempre sigo na viagem com um livro, nunca se sabe quando a linha vai ter "problemas técnicos". Da última vez que teve um desses problemas, com um temporal armado, fiquei uma hora dentro do bonde parado, foi neste dia que terminei de ler "A casa do poeta trágico", as vezes deixo o livro de lado para participar da viagem: já vi tentativa de suicídio, bonde queimando, trocador cheio de marra implicando com os passageiros, deslumbramento dos turistas e surfista de bonde, crianças no bonde também são diversão garantida.

Tudo isso pra contar que ontem pela primeira vez viajei em pé, no degrau externo, passando pelos Arcos da Lapa. Morrendo de medo, muito medo.

* * *

Uma das vantagens do bonde de Santa Tereza sobre os seus congêneres da cidade, é a impossibilidade da pescaria. A pescaria é a chaga dos outros bondes. Assim, entre o largo do Machado e a Glória, a pescaria é uma verdadeira amolação; cada bonde desce o passo lento, a olhar para um e outro lado, a catar um passageiro ao longe. Ás vezes o passageiro aponta na praia do Flamengo, o bonde, polido e generoso suspende o passo, segue, espera, cochila, toma uma pitada, dá dois dedos de conversa, apanha o passageiro e segue o fadário até a seguinte esquina onde repete a mesma lengalenga. (ASSIS, Machado de. In BANDEIRA, Manuel; ANDRADE, Carlos Drummond de. Rio de Janeiro em prosa e verso).

por SamBEIRA

 


Me cobraram as minhas impressões de "turista" no Maracanã, então lá vai...

Foi a minha segunda visita ao Maracanã, a primeira foi em um jogo Fluminense e Vitória, um empate de 1x1 sem grandes emoções, emoção na torcida também não tinha, o estádio estava vazio e como fui de cicerone de uns gringos que compraram os ingressos, ficamos na Arquibancada branca, nada de sangue.
[Anh! Será que contam a vez que fui ver Papai Noel, lembre-se que eu não acreditava no velhinho!]

Nesta segunda vez, um pouquinho mais de emoção, na arquibancada verde e nesta eu era a ciceronada, por um tricolor de muito sangue, munida de radinho de pilhas[dele], mas sem o óculos, por isso perdi a cena onde o técnico, o Renato Gaúcho, pedia para a torcida não vaiar o tal do Tiaguinho. Peguei o óculos[dele] para ver a chuteira do árbitro que o radialista [sei lá quem era ele!] comentou que eram fluorescentes.

Então, foi assim: fiquei olhando pro campo, mas confesso que enxergava pouco, conseguia ver a bola meio embaçada, e o radinho na orelha no último volume, pois além de meio ceguinha sou meio surdinha também. Confesso que preferi o radinho ao jogo ao vivo que estava muito devagarzinho, eu bem que queria participar da ola, soltar uns palavrões e expurgar qualquer coisa de ruim, mas não deu. O radinho proporcionava muito mais emoção, desde entender o que era dito e saber o placar dos outros jogos, como o do Cruzeiro, que parecia bem mais emocionante, e do Ponte... Ponte o quê mesmo!? Bem, eu nem sei se é negra ou preta, vocês que procurem saber, pra mim não faz a menor diferença! O que faz diferença é estar ali: num dos estádios onde já aconteceram muitos espetáculos [dentre eles o Papai Noel que vi quando tinha 6 anos!], e vários clássicos do futebol, que eu não tive o prazer de assistir.

O maior estádio do mundo fica na minha cidade e eu como carioca tenho obrigação de conhecê-lo, por isso fui ao Maracanã a primeira vez[com os gringos] e assim irei outras vezes, como se fosse mais um ponto turístico, como o Corcovado [que já fui umas cinco vezes] e o Pão de açúcar[esse eu só fui uma vez]. Nesses lugares que me sinto mais carioca, gosto da praia de Copacabana, de andar pelas ruas do Centro, tenho orgulho de saber o nome de várias ruas, de passear de bonde nos Arcos da Lapa... Quem sabe um dia eu vá para ver o espetáculo mesmo, quem sabe um dia eu goste de futebol...

E o jogo?! Anh?! Jogo?! Nada de emocionante. Um golzinho festejado, mas sem o entusiasmo de grandes feitos, um gol de quem saiu do sufoco.

Obs1.: Fiquei sabendo que o vovô Angelo, Angelo Chaves ex-presidente do fluminense e tricolor convicto de quem ouvi algumas histórias sobre o time, foi assistir o jogo também, chegou em casa lá pelas nove, meio torto. Ele não assistia mais aos jogos do Flu, desde sua saída da presidência do Clube, seguida de um infarto.


por SamBEIRA

 


Hoje tem...

FELIPE & GALLOTTI Roda de samba com a dupla.
Severyna: Rua Ipiranga 54, Laranjeiras - 2556-9398. Ter, às 20h30m. R$ 7.

YAMANDÚ COSTA O jovem violonista e compositor gaúcho lança seu segundo álbum, "Yamandú ao vivo".
Teatro Rival BR: Rua Álvaro Alvim, 33/37, Cinelândia 2240-4469. Ter, às 19h30m. R$ 30 (os 400 primeiros pagam R$ 15).
Jamelão
Informações sobre o Yamandu em seu site.

ZÉ DA VELHA E SILVÉRIO PONTES A dupla apresenta clássicos do samba e do choro.
Carioca da Gema: Rua Mem de Sá 79, Lapa - 2221-0043. Ter, às 20h30m. Couvert: R$ 10.
Informações sobre o novo disco da dupla, ao vivo, no blogue do Netinho.


por SamBEIRA

 

15.12.03
Olha aí...

A 1ª parte da entrevista realizada no apartamento do Sêu Walter Alfaiate, conduzida pelo Pepê com perguntas de frequentadores do blogue e foto feitas por mim.

obs.: Estou com problemas para fazer upload da página de extensão htm com a entrevista do Walter Alfiate, o blogger está barrando este tipo de arquivo... Até amanhã soluciono isto!

Atualização: Por enquanto a entrevista vai ficar neste outro blogue que tenho, talvez eu publique no Kit.net ou no HPG e coloque um link pra lá...

por SamBEIRA

 


Merecem um post: O Bip no sábado, a ida ao Maracanã assistir o jogo do Fluminense e um novo visitante do Blogue "lá das Europas", mas quem disse que consigo escrever alguma coisa!? Estou com sono. Começo a funcionar, talvez, depois do almoço...



por SamBEIRA

 


Como acontece todos os anos, a última roda de Samba do Candongueiro, que fica lá na Estrada Velha de Maricá, é com a Velha Guarda da Portela. Estamos pensando em ir, dependendo da quantidade de pessoas interessadas podemos alugar uma van, a entrada no Candonga custa 15 mangos e devemos chegar lá 21hs para conseguirmos lugar, pois costuma lotar em dias de VGP.

por SamBEIRA

 

12.12.03
Seria Barroco?!

No site B * Scene: Seu relacionamento é clássico ou impressionista? Saiba como a história da arte pode ajudar você a entender sua vida amorosa.
Clique aqui.



por SamBEIRA

 


Teresa Cristina com Grupo Semente e Jongo da Serrinha

Fotos das apresentações no V Mercado Cultural, na Bahia.


Teresa e Grupo Semente, aqui.


Jongo da Serrinha, aqui.


por SamBEIRA

 



A estampa da camiseta do bloco de Ipanema é de Nelson Sargento

obs.: Lançamento é neste sábado às 18h, depois da praia, no bar Paz e Amor, na esquina das ruas Nascimento Silva e Garcia D¿Ávila.

No Odia

por SamBEIRA

 


Choro na Feira...
... agora tem site. Fiquei sabendo lá pelo Marcus Fernando.



Choro na feira para quem não conhece é um grupo de choro formado por MARCELO BERNARDES - sax tenor e clarineta, FRANKLIN DA FLAUTA , IGNEZ PERDIGÃO - cavaquinho , BILINHO TEIXEIRA - violão (6 e 7 cordas), CLARICE MAGALHÃES - pandeiro, percussão e MATIAS CORRÊA - contrabaixo acústico, eles se reunem embaixo de uma árvore numa pracinha em Laranjeiras, nos dias de sábado onde acontece a Feira Livre do bairro. O clima é maravilhoso, no início só frequentadores da feira e moradores do bairro apareciam, hoje é frequentado por pessoas de várias partes da cidade.

Comidinhas e bebidas:
Além do caldo de cana com pastel, combinação típica de feira, tem ainda o Luisinho, dono de uma barraca de CDS que vende caipinha e cerveja.


Clique aqui para o site do Choro na Feira

por SamBEIRA

 


Aniversariantes do dia

Wilson Moreira, Noca da Portela, Ná Ozetti e Wagner Tiso.


Eu e o Sêu Wilson na Festa da Agenda Samba-Choro deste ano...

Peso na balança
Wilson Moreira

O meu nome pesa na balança
Eu tenho que estar presente
Se eu não estiver
O povo sente
É a hora da cobrança
A minha presença é o equilíbrio
E não há motivos pra tanto mistério
Todo mundo sabe disso
Sou o samba popular
Estou falando sério

É no morro, é lá no asfalto
Entro na sociedade
E não me deixo elitizar
Venho de grandes terreiros
E caio no mundo
O meu lugar já é certo
Posso chegar e sentar
Nunca fui de me afobar
Onde eu me apresento
O povo vai me ver
E depois vai me acompanhando
Até você, até você
Vai acabar sambando



por SamBEIRA

 


Condição de vida
Eduardo Gudin / Paulo Vanzolini

Nossa vida ninguém sabe,
Mas não falta comentário.
Uns dizem que eu sou a água,
O seu pão de cada dia.
Outros dizem, ao contrário,
Que eu não sou mas bem queria ser.

Vidas como a nossa
Não são feitas pra entender.

Nada há pra ver
Nem pra comentar
Pra calcular
Ou deduzir.
Mas a tolice se deleita se deita na mentira.
Por que vou querer ser água,
Por que vou querer ser pão,
Se eu sou o próprio ar que ele respira.
Que diferença me faz
Que me chame ou não querida,
Aquele que é a minha codição de vida.

Esta é mais uma das músicas da maravilhosa caixa do sambista paulista Paulo Vanzolini, conterrâneo de Adoniran Barbora. Lá na tribuna, o Eduardo Pimenta comentou cada CD e cada música, vale a pena dar uma olhadinha...

Clique aqui no link para a mensagem na Tribuna



por SamBEIRA

 

11.12.03
Tárik de Souza: Tem Mais Samba - Das raízes à eletrônica

Terça-feira, 16 de dezembro, será o lançamento do livro do jornalista Tárik de Souza, na livraria Letras & Expressões do Leblon (Rio de Janeiro). O livro é uma publicação da Editora 34 e faz parte da coleção Todos os Cantos.

Fonte: Expresso 2222




por SamBEIRA

 


A confraternização do meu Projeto no Hotel Othon.


O bom de ser uma pessoa "conhecida": sentiram a minha falta no evento, inclusive a Superintendente que conheci em Brasília, o lado ruim: o Gerente quer conversar comigo, explicações para saber porque não fui. Será que conto que fui para o Pagode do Negão da Abolição?!


por SamBEIRA

 


Gentalha, Gentalha!

Irei postar um Cartola, um pouco de poesia depois de ser oficialmente, perante os amigos do trabalho, considerada como a garota do humor sarcástico, o que é, em parte, mentira, mentira!!!
Só porque revelei um apelido na frente do sujeito, na verdade foi mais displicência que sarcasmo, o cara tem umas bochechas enormes iguais as do Kiko, e quando faltaram palavras do outro amigo para descrevê-lo, fui tentar ajudá-lo dizendo que ele fazia parte do elenco do Chaves... Pronto! Gargalhada geral e a minha fama feita.

O que eles diriam se eu chamasse o meu amigo-oculto pelo apelido também: Rolo. Aquele personagem da turma da Mônica com cabeleira azul, todos com certeza saberiam o porquê... Quase chamei mas, duas num dia só é demais.

* * *

Meu amigo-oculto me incumbiu de escolher o seu presente, não sugeriu nada. Resolvi dar um CD de samba, na loja ainda peguei um Cartola, mas acabei levando um pop para que não houvessem problemas: Zeca Pagodinho e olha o que o meu amigo me fala:
- Paulinha, gostei mesmo do CD, eu curto o Zeca, mas bem que você poderia ter me dado um de samba daqueles que você ouve... de raiz... mas tudo bem...

Esta música é um recado a uma pessoa especial, olhares dizem mais que palavras...
Fita meus olhos
Cartola/Baiaco

Fita os meus olhos
Vê como eles falam
Vê como reparam
O teu proceder
Não é preciso dizer
Deves compreender
E até mesmo notar
Só no meu olhar

Não abuses por eu te confessar
Que nasceste só para eu te amar
Gosto tanto, tanto de você
Que os meus olhos falam o que não vê

Fita os meus olhos...

Ainda há de chegar o dia
Que eu hei de ter grande alegria
Quando você souber compreender
No olhar o que eu quero dizer

Fita os meus olhos...

OGlobo no Ancelmo: Viva Cartola!
Vem aí um DVD sobre a vida e a obra de Cartola, o genial poeta mangueirense.
Feito com a participação da família, é tocado pelo Centro Cultural Cartola e produzido pela Caringi. Deve sair em junho de 2004 e trazer músicas inéditas.


por SamBEIRA

 


Dois bons programas...

O filme Amor a toda prova e o Pagode do Negão da Abolição.
O filme pelo alto astral, uma gracinha de filme que me fez sair do cinema bem leve, o Pagode pela descontração no aniversário da Eugênia a beira da Baia de Guanabara em noite enluarada, quem não foi per-deu... Gostei de ter conhecido a Paulinha, a da Barra [risos], de saber que tem neguinho lá no Maranhão que acompanha o blogue, um amigo do Nininho, guenta aí que neste ano estaremos indo conhecer os Lençóis nas férias, de conversar com o Alexandre que apesar de não ser baixo, era um dos anões da Branca de Neve e de reencontrar pessoas legais...

Só não fiquei sabendo quem é o Negão da Abolição, não tinha nenhum Negão na Roda digno de ser o NEGÃO da Abolição que construí na minha mente.

Anotar na Agenda: 20 de Dezembro encerramento do Candongueiro com a Velha Guarda mais querida: a da Portela.

por SamBEIRA

 


Hoje é aniversário de Noel Rosa



Começo as homenagens com a música Tipo Zero, origem do termo é a qualificação que é dada ao Café, o tipo zero é o pior tipo...
Tipo Zero

Você é um tipo que não tem tipo
Com todo tipo você se parece
E sendo um tipo que assimila tanto tipo
Passou a ser um tipo que ninguém esquece
(Tipo Zero não tem tipo)
Você é um tipo que não tem tipo
Com todo tipo você se parece
E sendo um tipo que assimila tanto tipo
Passou a ser um tipo que ninguém esquece
Quando você penetra no salão
E se mistura com a multidão
Esse seu tipo é logo observado
E admirado todo mundo fica
E o seu tipo não se classifica
E você passa a ser um tipo desclassifi..cado

Depois, posto a música que costumo usar para exorcizar as Mulheres indigestas da vida[he he he]... Dá-lhe tijolada!
Mulher Indigesta

Mas que mulher indigesta!(Indigesta!)
Merece um tijolo na testa
Essa mulher não namora
Também não deixa mais ninguém namorar
É um bom center-half pra marcar
Pois não deixa a linha chutar
E quando se manifesta
O que merece é entrar no açoite
Ela é mais indigesta do que prato
De salada de pepino à meia-noite
Essa mulher é ladina
Toma dinheiro, é até chantagista
Arrancou-me três dentes de platina
E foi logo vender no dentista

[tô indo ali no amigo-oculto com café da manhã e já volto...]

* * *

[volto com uns quilinhos a mais: sonho, pão de queijo, panetone, bolo de chocolate... e isso vai durar o dia todo... Ai aia...
As minhas descrições segundo o meu amigo oculto: bonita, desligada e sarcástica !]


Uma para Vila Isabel, parceria com Vadico...
Feitiço da Vila

Quem nasce lá na Vila nem sequer vacila ao abraçar o samba
Que faz dançar os galhos do arvoredo
E faz a lua nascer mais cedo
Lá em Vila Isabel quem é bacharel não tem medo de bamba
São Paulo dá café, Minas dá leite e a Vila Isabel dá samba
A Vila tem um feitiço sem farofa
Sem vela e sem vintém que nos faz bem
Tendo nome de princesa transformou o samba
Num feitiço decente que prende a gente
O sol na Vila é triste, samba não assiste
Porque a gente implora:
Sol, pelo amor de Deus, não venha agora
Que as morenas vão logo embora
Eu sei tudo que faço, sei por onde passo
Paixão não me aniquila
Mas tenho que dizer:
Modéstia à parte, meus senhores, eu sou da Vila!

Entrando no clima dos blocos de Marchinha, parceria com Braguinha...
As Pastorinhas

A estrela d'alva
No céu desponta
E a lua anda tonta
Com tamanho esplendor
E as pastorinhas
Pra consolo da lua
Vão cantando na rua
Lindos versos de amor
Linda pastora
Morena da cor de Madalena
Tu não tens pena
De mim que vivo tonto com o teu olhar
Linda criança
Tu não me sais da lembrança
Meu coração não se cansa
De sempre e sempre te amar


Guerra musical travada com Wilson Batista...
Rapaz Folgado
(Noel Rosa - 1932)

Deixa de arrastar o teu tamanco
Pois tamanco nunca foi sandália
E tira do pescoço o lenço branco
Compra sapato e gravata
Joga fora esta navalha que te atrapalha

Com chapéu do lado deste rata
Da polícia quero que escapes
Fazendo um samba-canção
Já te dei papel e lápis
Arranja um amor e um violão

Malandro é palavra derrotista
Que só serve pra tirar
Todo o valor do sambista
Proponho ao povo civilizado
Não te chamar de malandro
E sim de rapaz folgado

A que eu gosto de ouvir o Paulinho da viola cantando, parceria com Vadico...
Pra Que Mentir

Pra que mentir
Se tu ainda não tens esse dom de saber iludir?
Pra que mentir
Se não há necessidade de me trair?
Pra que mentir
Se tu ainda não tens a malícia de toda mulher?
Pra que mentir
Se eu sei que gostar de outro que te diz que não te quer
Pra que mentir tanto assim
Se tu sabes que eu sei que tu não gostas de mim?
Tu sabes que eu te quero apesar de ser traído
Pelo teu ódio sincero
Ou por teu amor fingido
Pra que mentir?

A que eu gosto de ouvir em vozes de duas gerações bem diferentes, Elizeth cardoso e Mariana Bernardes...
Três Apitos

Quando o apito da fábrica de tecidos
Vem ferir os meus ouvidos, eu me lembro de você
Mas você anda sem dúvida bem zangada
Ou está interessada em fingir que não me vê
Você que atende ao apito de uma chaminé de barro
Por que não atende ao grito tão aflito
Da buzina do meu carro?
Você no inverno sem meias vai pro trabalho
Não faz fé em agasalho nem no frio você crê
Você é mesmo artigo que não se imita
Quando a fábrica apita faz reclame de você
Nos meus olhos você lê como eu sofro cruelmente
Com ciúmes do gerente impertinente
Que dá ordens à você
Sou do sereno, poeta muito soturno
Vou virar guarda-noturno e você sabe por quê
Mas você não sabe que enquanto você faz pano
Faço junto do piano esses versos pra você

A que o meu benzinho canta quando esta se arrumando para sair de casa...
Com Que Roupa

Eu hoje vou mudar minha conduta
Eu vou à luta, pois eu quero me aprumar
Vou tratar você na força bruta
Que é pra poder me reabilitar
Pois esta vida não está sopa
E eu pergunto, com que roupa, com que roupa eu vou
Ao samba que você me convidou?
Eu hoje estou pulando feito sapo
Pra ver se escapo dessa praga de urubu
Já estou coberto de farrapos, eu vou acabar ficando nu
Meu paletó virou estopa, e eu não sei mais com que roupa
...
Seu português agora deu o fora, já foi-se embora
E levou seu capital
Esqueceu quem tanto amou outrora
Foi no Adamastor pra Portugal
Pra se casar com uma cachopa, e agora, com que roupa?
Agora eu não ando mais fagueiro,
Pois o dinheiro não é fácil de ganhar
Mesmo eu sendo um cabra trapaceiro
Não consigo ter nem pra gastar
Eu já corri de vento em popa, mas agora com que roupa




por SamBEIRA

 

10.12.03
Estrela de madureira

Brilhando um imenso cenário, num turbilhão de luz, de luz
Surge a imagem daquela que o meu samba traduz
Ah, estrela vai brilhando, mil paetês salpicando o chão de poesia
A vedete principal do subúrbio da central foi a pioneira
E um trem de luxo parte
Para exaltar a sua arte que encantou Madureira
Mesmo com o palco apagado apoteose é o infinito
Continua a estrela brilhando no céu

* * *
Para um neguinho muito querido, com muito carinho...

por SamBEIRA

 


Último samba na Mauá do ano, nesta sexta...

Só agora me dei conta que não fui nenhuma vez este ano.

Obs. Lembrar de levar algo para as crianças da creche comunitária do Morro da Providência e comprar nas barracas que vendem cerveja em lata, a pedido do pessoal do samba.

por SamBEIRA

 


Dá licença Sêu Noel, Sêu Cartola, Sêu Paulo da Portela, Sêu Nelson, Sêu Cachaça, Sêu Zé Keti, Sêu Geraldo, Sêu...
Pedindo permissão aos grandes sambistas para postar uma de Nat King Cole.

Smile

Smile though your heart is aching
Smile even though it's breaking
When there are clouds in the sky, you'll get by
If you smile through your fear and sorrow
Smile and maybe tomorrow
You'll see the sun come shining through for you

Light up your face with gladness
Hide every trace of sadness
Although a tear may be ever so near
That's the time you must keep on trying
Smile, what's the use of crying?
You'll find that life is still worthwhile
If you just smile

[instrumental interlude]

That's the time you must keep on trying
Smile, what's the use of crying?
You'll find that life is still worthwhile
If you just smile

por SamBEIRA

 


Lançando Cd "Yamandú Ao Vivo"

Dia 16 de Dezembro - Terça-feira - 19:30 tem show do Yamandu no Rival, pretendo estar lá com meu irmão, que vem estudando violão...

Clique aqui para ouvir trechos de algumas músicas do novo CD.





por SamBEIRA

 


Ó dúvida cruel

Jantar com direito a discurso de Superintendentes de Brasília em um hotel em Copa. Cheio de exigências: Não poderemos tirar o amigo-oculto lá, não poderemos nos exceder nas bebidas por conta dos ilustres anfitriões(?) e pra completar traje esporte fino. [Blargh! Que festa é essa !?] ou o aniversário da Eugênia com samba no clube Guanabara ? Heim? Heim?!




por SamBEIRA

 


Está nas bancas a Revista paulista Jazz+ 4, na primeira edição tive dificuldades para encontrar um exemplar aqui no Rio, acho que agora está bem mais fácil, encontrei numa banca da Rua Almirente Barroso, a capa é a Jane Monheit, que se apresenta no Brasil em janeiro.

Foi na Jazz+ que fiquei sabendo de alguns relançamentos de discos de choro pela EMI, numa série chamada EMI Choro - grandes solistas são relançamentos de Pixinguinha (1898-1973), Garoto (1915-1955), Altamiro Carrilho, 78, Radamés Gnatalli (1906-1988), Os Chorões (1971), Abel Ferreira (1915-1980), Raul de Barros, Conjunto Época de Ouro (1987), Canhoto da Paraíba e Déo Rian.

Na revista também tem a informação de que o disco de estréia de Maria Rita irá ganhar versão em vinil duplo que além das músicas do disco terá também as duas faixas bônus, "Vero" e "Estrela, Estrela", que são disponibilizadas na Internet aos que compram o CD.

por SamBEIRA

 

9.12.03
Eugênia por email...

No dia 11 de dezembro, quinta-feira próxima, às 18
horas, estaremos exibindo o média-metragem de Marcia
Derraik e Simplício Neto, "Onde a Coruja Dorme", sobre
Bezerra da Silva, e promovendo um debate com os
sambistas focalizados no filme - no auditório 91, 9º
andar. Depois do debate, às 20 horas, acontecerá uma
roda de samba com a participação de Xangô da
Mangueira, Tantinho e Beto Caratori, em frente à
Capela Ecumênica (e à Concha Acústica) da UERJ.
Acompanhamento do grupo É Com esse que eu Vou.
Todas as atividades serão com entrada gratuita


por SamBEIRA

 


Agenda Música Brasileira será lançada neste sábado no Bip-Bip

Será lançada neste sábado, dia 13, no bar Bip-Bip (templo da MPB no Rio de Janeiro), com direito a roda de samba e choro, a Agenda Música Brasileira 2004, registro de datas, fatos, nascimentos e mortes, momentos bons ou ruins que marcaram a história da música e dos músicos do país. O Bip fica na Rua Almirante Gonçalves, 50, em Copacabana.


* * *

Copiei descaradamente do Bohemias.


por SamBEIRA

 


Como?!

Como deixei de fora da minha lista de ídolos na Galeria cozinha, o Robertinho Silva...
Taí ele com o Milton, numa foto de 1972 no estúdio da Odeon, ontem eu o vi em participação especial com Luiz Avellar e Ricardo Silveira no Teatro Rival.



http://www.robertinhosilva.com/

por SamBEIRA

 


Aos Monarquistas de plantão

Eu estava na Livraria da Travessa na própria Travessa do Ouvidor só de passagem matando o tempo antes do horário de um Show que eu assistiria no Centro. De cara, ao ver o balcão da loja, soube que não sairia dali sem deixar alguns mangos. Voltei para casa com a dobradinha de Monarco: o disco Monarco - Uma história do Samba e o livro Monarco - Voz e memória do samba, dobradinha também do cavaquinista Henrique Cazes que assina a co-produção do disco e a autoria do livro.

Interessante é levar pra casa os dois e de preferência ler o livro e escutar o CD ao mesmo tempo usando um como complemento do outro. No livro logo no segundo capítulo vem a história das primeiras parcerias do Monarco com bambas da Portela, como com o Alcides, o malandro histórico, com o primeiro samba da dupla: Amor de malandro, que está no disco na faixa 12.

Monarco - Uma história do Samba , o disco, já foi reconhecido lá no Japão, onde foi lançado há dois anos atrás, levou o prêmio disco do ano de música latina pela revista Music Magazine, e só agora o disco chega as mãos dos brasileiros pela gravadora Rob Digital. O disco passa por lundus, maxixes e até samba-enredo. Traz Noel Rosa, Bide, Ismael, Cartola, Ataulfo Alves, Alcides e Silas de Oliveira.

obs 1: Quem comprar o disco pelo Site samba-choro estará ajudando com a comissão da venda.
obs 2: Quem como eu canta Aquarela Brasileira cheia de virunduns, tem a oportunidade de aprender o samba com o Monarco e não fazer feio na Avenida no desfile do Império Serrano.

Monarco - Voz e memória do samba, o livro, pertence a série Perfis do Rio da Editora Relume Dumará, ainda não terminei de ler mas, até onde cheguei percebi que poderemos entender a trajetória do Monarco ao lado de sambistas portelenses e ficar por dentro das novidades como a gravação da Tia Surica para o primeiro samba do Monarco que começou a circular na Portela, Ditado certo, o disco da Surica nem chegou ainda as prateleiras.



por SamBEIRA

 


Ganhei um presente de fim de ano de um amigo da rede, o Franco lá de São Paulo, um link temático com 65 letras de músicas antigas de Carnaval.
Fiquei toda feliz com o presente, conheci o Franco, um outro Maia, através do site Musicas Antigas, onde sempre procuro as letras para postar no blogue ou apenas por curiosidade mesmo. Interessante é que no site além dos créditos ao autor,ele disponibiliza o ano em que a música foi gravada e o estilo.

Além do Link temático Carnaval, tem ainda: Tangos, Nome de mulher, Hinos, Poesias e São Paulo.

Vou Sambar em Madureira
Samba
Haroldo Lobo/Milton de Oliveira
Gravado em 1.945, por Jorge Veiga


Se ela for sambar em Madureira eu também vou,
Ai, ai, ai, Madalena meu amor,
Topo qualquer samba, seja ele aonde for,
Mas só se, a Madalena for.
(bis)

No largo de Madureira,
Só não samba quem não quer,
De domingo a terça feira,
Todos brincam pra chuchu,
Não precisa ter dinheiro,
Só precisa um pandeiro,
Pra sambar em Maduraria,
Vem gente até de Bangú.


A Dois Mil Não Chegará
Marcha
Paquito / Romeu Gentil
Gravada em 1954, por Roberto Paiva

Deus falou,
Que a dois mil não chegará,
Deus falou,
Que a dois mil não chegará.
É isso mesmo, seu moço,
É pra ninguém se entender,
Um diz que quer ir à lua,
E o outro diz, que faz chover.

Ninguém se entende,
Ninguém sabe o que quer,
Está todo mundo louco,
Seja homem ou mulher.

Até a minha noiva,
Pro meu maior desejo,
Fugiu com um velho,
Sem sequer me dar um beijo...

http://www.musicasantigas.com/carna.htm

por SamBEIRA

 

8.12.03
A contra-gafe
Depois dos 15 anos lá no outro lado da cidade, o casamento de um amigo "dele" em outro polo, na Barra. E não é que tem gafe no mesmo estilo que o meu pai o confundindo com o ex?! Desta vez um amigo dele me perguntando se eu tocava algum instrumento... Caras-interrogação. Ele me confundia com uma das falecidas.[risos]Que bom! Ficou 1 x 1.

E as festas não acabam...
Hoje 50 anos em Santa Teresa, que o tempo ajude e que possamos enfim ver a Lua Cheia.

Quarta, aniversário da Eugênia, a ser comemorado no mesmo dia um dia antes do nascimento de Noel Rosa, com vista da Lua e roda de samba, no Clube Guanabara.

por SamBEIRA

 


Aniversariante do dia: João da Gente

Chama que o samba semeia
A luz de sua chama
A paixão vertendo ondas
Velhos mantras de aruanda
Chama por Cartola, chama
Por Candeia
Chama Paulo da Portela, chama,
Ventura, João da Gente e Claudionor
Chama por mano Heitor, chama
Ismael, Noel e Sinhô
Chama Pixinguinha, chama,
Donga e João da Baiana
Chama por Nonô
Chama Cyro Monteiro
Wilson e Geraldo Pereira
Monsueto, Zé com fome e Padeirinho
Chama Nelson Cavaquinho
Chama Ataulfo
Chama por Bide e Marçal
Chama, chama, chama
Buci, Raul e Arnô Cabegal
Chama por mestre Marçal
Silas, Osório e Aniceto
Chama mano Décio
Chama meu compadre Mauro Duarte
Jorge Mexeu e Geraldo Babão
Chama Alvaiade, Manacéa
E Chico Santana
E outros irmãos de samba
Chama, chama, chama

Bebadosamba, bebadosamba
Bebadosamba, bebadosamba
Meu bem
Bebadosamba, bebadosamba
Bebadosamba, bebadosamba
Bebadosamba, bebadachama
Também

por SamBEIRA

 


No Globo: Gente boa e Ancelmo

Gente boa:
Abre-alas duplo

Zeca Pagodinho trocou a Mangueira, por onde desfilou ano passado, pela sua Portela de coração. A escola terá dois abre-alas no próximo carnaval. Um oficial, para avaliação do júri, e um segundo que reunirá a Velha Guarda e portelenses ilustres, como Zeca. Paulinho da Viola foi convidado para a ala, mas está com problemas de agenda e não pôde confirmar presença.
* * *
Parceria à vista
Chico Buarque e Edu Lobo, parceria que já deu ao Brasil os musicais ¿Grande Circo Místico¿ e ¿Cambaio¿, andam conspirando a nosso favor.
Têm sido vistos mais de uma vez por semana jantando juntos em restaurantes do Rio.

por SamBEIRA

 


Os 15 anos dela

O Menino(!) me conhece mais intimamente há 2 meses e já identifica os sinais do meu nervosismo, sendo um deles não admitir de forma "estranha", um outro ele sente na pele, na pele mesmo, enquanto seguro a sua mão começo a dar umas unhadas no lugar dos carinhos leves.

O nervosismo e a tensão eram totalmente compreensíveis. Que louca parte de Santa Tereza rumo a Ricardo de Albuquerque de taxi percorrendo alguns quilômetros na perigosa Avenida Brasil e se esquece de pegar uma referência do local, além do nome da rua?! Confiando na sua "boa memória"(?) dos tempos de criança em visita a casa do pai que ocorriam umas 4 vezes por ano. Claro que nos perdemos. Interessante foi observar que um taxi se aproximando para pedir informações causa medo nas pessoas, só reparar no passinho para trás que elas dão, e não adianta muito falar o nome da rua, parece que as pessoas não conhecem e não tem motivo para saber o nome das ruas.

Tentamos um Guia Rex, mas nem eu, nem ele e nem o taxista fizemos curso para operadores de guia Rex. E somente Depois de algumas rodadas de carro, como mágica, o nome da casa de festas "Raio de Luar" parece dizer alguma coisa. Enfim, chegamos. Talvez um dos últimos a chegar todos já estavam devidamente acomodados, falatava a "irmã" para que a pista de dança fosse liberada [eu me sentindo importante!]. Nossa mesa com um papelzinho escrito "Irmã Paula e família", o que rendeu alguns risinhos mas, nada comparável as danças no salão bem a nossa frente. O casal da noite era um gordinho com seus 16 anos e uma menina-mulher, ele dançando com cara de apaixonado e ela fazendo tipo para ele. Nessa hora o Marcelinho me explica a teoria da bacia d'água.

Um dos momentos mais tensos, para mim, não ficarão registrados em foto ou vídeo (que provavelmente eu não verei tão cedo, visto que já encontrei com esta parte da família 2 vezes este ano, vamos ter que esperar até Junho ou Agosto para nos encontramos em datas especiais novamente), mas na minha memória e talvez na dele, meu pai. Foi uma mensagem que uma portadora com voz de tele-sexy reportou a todos como "Palavras de Fernanda", nela ela falava sobre o pai, o nosso pai. Eu não resisti e acabei me derramando em lágrimas, talvez porque eu tb tivesse as minhas palavras para o pai, mas nunca as disse. Eu escondi o rosto para chorar abraçando o Marcelinho, mas de rabo de olho vi que o pai me olhava e também chorava, aliás de rabo de olho vi por diversas vezes ele me olhando, enquanto eu fazia carinho no meu irmão ou conversava.

Eu teria várias observações para fazer sobre a festa entre coisas que achei brega como aqueles vestidos e aquelas danças entranhas, a garrafa de vinho branco com a foto dela estampada, as lembranças-sachê, mas fiquei bastante emocionada e acabei registrando mais fundo os momentos mais emotivos, como no tal do cerimonial que fui chamada lá na frente com um discurso do qual lembro de poucas palavras, ainda pela voz da Tele-sexy: "Pensou que eu ia esquecer de você?!... blá blá blá" e registrei ainda: "temos um vínculo para o resto da vida..." e eu me levantei e fui até ela receber a homenagem, pose para uma foto com ela que não sei quase nada além do nome e idade, acabei descobrindo lá na festa mesmo coisas tão simples com o time de futebol, ela é vascaína como o pai, que ela quer ser odontóloga e que já tem namorado.

Momentos gafe não faltaram: o meu pai confundindo "ele" com o ex; pela segunda vez na vida vi meu pai bêbado e ele ia filosofando Lulu Santos e me comparando a ele para o Marcelinho; eu perguntando pro namorado da minha irmã como ele deixou que o príncipe da festa fosse outro e por aí vai.

por SamBEIRA

 

5.12.03
No ar...
Sítio do Grupo Época de Ouro. Clique aqui.




por SamBEIRA

 


Convite aos Imperianos e simpatizantes

Enterro do Ary Barroso no cemitério São João Batista.(Foto tirada do Jornal Odia) O Desfile da Escola de Samba Império Serrano - ou do Império Serrano, antes que o Filipe ou o Moutinha puxem minha orelha! - promete muitas emoções. Como foi há quarenta anos atrás, quando no domingo de carnaval de 1964 um pouco antes da Escola desfilar pela Avenida Presidente Vargas com o samba Aquarela Brasileira, o homenageado Ary Barroso, compositor do samba exaltação Aquarela do Brasil, falecia. A Homenagem a Ary continuou com direito a 10 minutos de silêncio, que custaram cinco pontos em harmonia para a Escola. A escola campeã deste ano foi a Azul e Branco, a Portela, pela 17ª vez, deixando para segundo colocado o Salgueiro, por um pontinho.

O Império Serrano volta para avenida neste próximo carnaval (2004), agora na Sapucaí, com o mesmo Samba, um ano depois de ser comemorado o Centenário do compositor Ary Barroso, e eu estarei lá, você tem noção disso?! A minha estréia na Avenida, aliás não só minha, da Vicki, da Chris(em outra Ala), e de um monte de gente (não sei direito quem é e quem não é estreiante...), será em um momento histórico do Carnaval carioca.

Se você quiser participar do desfile no Império Serrano, passa lá no blogue do Marcelinho que está organizando e aguardando novas adesões ao grupo até segunda-feira, o grupo já conta com umas 15 cabeças, e para quem achava que seria uma Ala só de mulheres (Viu Ju!), se enganou o nível de testosterona está bem razoável. Além do desfile, ele organizará [Marcelinho: isto está em tom de cobrança, viu?!] algumas idas aos ensaios na quadra da escola em Madureira, de van para a alegria da galera (inclusive minha, pois Madureira é longe pra caramba da minha casa!).

obs.: Em 1964 a Portela desfilou com "O segundo casamento de D. Pedro I" e O Salgueiro com "Chico Rei"

Para ouvir Aquarela brasileira clique aqui.

Nossa fantasia


por SamBEIRA

 


Papai Noel...

Eu não gosto do Natal. Acho que nunca, nem mesmo quando pequena, me entusiasmava como as outras crianças com a chagada da data. Nunca acreditei em papai noel, minha mãe, certa de que nos faria bem, não nos deixava seguir pelo mundo da fantasia, com medo de possíveis decepções ao descobrir que Papia Noel entrando pela chaminé - Ei! Que chaminé?! Neste calorão dos tropicos quem tem tal estrutura?! - com saco vermelho e gritando "Ho Ho Ho" não passava de uma farsa.

Lembro de um Natal em BH na casa das primas Aline e Thais e do Juninho, minhas primas loiras de olhos azuis e o meu primo loiro, eu deveria ter os meus oito anos, elas tinham quase a mesma idade, iam preparando as meias onde papai noel deixaria o presente a noite e nós só poderíamos abrir-los pela manhã. Lembro direitinho da árvore que fizemos, recolhemos no quintal um galho com várias ramificações e fomos cobrindo-o com algodão, uma árvore caseira, não era destas que se compra hoje em dia, os enfeites também eram feitos em casa, exceto as bolas coloridas que eram compradas já prontinhas mesmo. No dia mesmo, ficou aquele burburinho sobre o pedido ao velho noel, se seria ou não atendido, a mãe delas, a Tia Márcia, interferia nos papos infantis, acalmando os ânimos e avisando que ele nem sempre atendia aos pedidos quando estes eram muito caros "sabe como é, papai noel tem que dar presentes para todas as criancinhas do mundo, já pensou se ele tiver que dar um bicicleta para cada uma?! Ele fica pobre, né filha?" ela ia tentando garantir que as meninas não se decepcionariam. E eu ficava ali, com aquela cara de menina-paisagem, sabendo daquele papo furado. Pra que mentir pras meninas e pro Juninho [sempre esquecido!] !? Isso eu não entendia... Não seria mais fácil explicar que eram eles, os pais, que compravam os presentes e de acordo com o orçamento familiar?! E eu me sentia superior, mais madura que elas por não acreditar naquela baboseira, e piscava pra Tia Márcia quando o assunto era o Noel, cumplice de sua "mentira", mas não estragava o prazer delas, só não tinha o meu.

Na casa tinha todo o ritual natalino, além da árvore, as meias, e as cartas com o pedido, tinha também a ceia que só podia ser consumida a meia-noite, oras! Outra coisa que eu nunca entendi, se eu estou como fome as 21h porque esperar até as 24h ?! E comer os bolinhos de bacalhau as escondidas. Um saco. Me lembro com saudades daquele Natal, apesar da falta de entusiamo, já que não acreditava em papai noel e raramente alguém conseguia me fazer surpresas, eu sempre achava os presentes escondidos nos armários(isto a minha mãe tentava fazer, surpresas! ) abria todos, até os que não eram meus, fechava e colocava no lugar. Um dia fui flagrada. Com 10 anos fui pega abrindo meu presente que estava ao pé da árvore, era da minha Tia, logo a que mais gostava de fazer surpresas, uma bonequinha de roupa amarela, lembro bem, cabelo castanho e chorava quando era tirada a sua chupeta, foi a bonequinha que usei para test-drive do berço do meu irmão, que nasceria 3 dias após o Natal daquele mesmo ano. Deu uma confusão, acho que ela ficou triste, ela sempre tentava fazer surpresas com presentes de Natal e Ovos de páscoa, desconfio que foram pouquíssimas as vezes que realmente houve surpresa para mim.

As minhas primas e o Juninho, hoje em dia moram lá em Marechal Hermes aqui no Rio mesmo, todos já tem filhos e as crianças tem quase a mesma idade, parece que anunciaram os bebês assim em casa para o Tio Jorge:
Aline, a mais velha falando: " - Pai, a Thais tem uma surpresa pra vc! "
Thais, a segunda filha falando: " - Pai, o Junior tem uma surpresa pra vc! "
Junior, o caçula falando: " - Pai, a Aline tem uma surpresa pra vc! "
É. Não é novela, nem filme, nem mentira minha! Os três anunciaram assim mesmo de uma tacada só, as crianças devem ter uns 2 anos, creio, e eu ainda não conheço nenhuma delas.

O que eu queria saber dos primos é se eles foram felizes acreditando em Papai Noel, se um dia houve a tal grande decepção ao descobrir a farsa que é o Papail Noel e se eles irão deixar que os babies acreditem no ômi.
No fundo, acho bonito todo o mistério do natal para as crianças, um pouco de fantasia não faz mal a ninguém. Não deve ter preço saber que um dia o seu vô, aquele metido a machão, que só conversa com homem e os temas passam por futebol, política, econômia e cultura, escuta música como antigamente, gosta do Jazz tradicional, fez papel de Noel. Vestiu-se de vermelho, colou aquela barba postiça, o gorrinho com algodão na ponta e o saco vermelho, adentrou pela porta da sala e gritou aquele "ho ho ho" inconfundível que os bons velhinhos fazem. Colocou um dos netinhos no colo, perguntou se havia sido um bom menino e se achava que merecia o presente, tirou o presente da sacola, enquanto os outros primos e filhos dos vizinhos se cutucavam e se espremiam a espera de sua vez no colo do vô, quero dizer do papai noel...


por SamBEIRA

 


Aniversariante do dia : Egberto Gismonti.

por SamBEIRA

 

4.12.03
Nomes de rua

O Jozé Carlos lá do Blogue Sovaco de Cobra fez um post sobre um bairro em Sampa onde os nomes das ruas são nomes de músicas. Pelo mapa pude identificar algumas, que na verdade nem são Ruas e sim Travessas, por exemplo: Tr. Salve a Mocidade, TR. No Rancho Fundo, Tr. Obra de um poeta, Tr. Samba de uma nota Só, Tr. Nuvem Passageira, Tr. Bandeira Branca, Tr. Pombinha Branca, Tr. Saudosa Maloca, Tr. Deusa do Asfalto, Tr. Saudade Passageira e por aí vai...

Aqui no Rio, as ruas que levam nomes de Músicos/Artistas geralmente tem relacionamento do mesmo com o bairro, e assim, no bairro que nasceu Noel Rosa, Vila Isabel, tem a Rua Noel Rosa, além do túnel e em Manguinhos tem o Beco Noel Rosa, Pixinguinha é nome de rua em Ramos perto de onde morava, em Madureira bairro de Imperianos, tem a Rua com o nome do Mano Décio da Viola e a Travessa Mano Décio da Viola, Paulo da Portela é nome de Praça em Oswaldo Cruz e Rua em Turiaçu, que é coladinho em Rocha Miranda, Madureira e Osvaldo Cruz, e tem ainda a Estrada do Portela em Madureira, ainda nesta área tem a Rua Clara Nunes, no bairro de Oswaldo Cruz onde fica a Escola de Samba Portela, da qual Clara, a mineira, era Madrinha da Velha Guarda, Clara também foi homenageada em Curicica, Inhoaíba e Santa Cruz, uma das campeãs em homenagens até onde pude perceber sendo equivalente a Dorival Caymmi (um dos poucos homenageados ainda em vida) lá em sua terra, em Itapoã na Bahia, ele é nome de avenida, de praça e de travessa.

Jacob do bandolim virou nome de rua em Jacarepaguá onde tinha a famosa casa que rolavam os saraus, com o nome de batismo dele: Rua Jacob Bitencourt. Candeia veio a falecer em Jacarepaguá no hospital Cardoso Fontes há 25 anos atrás, não sei se este foi o motivo mas, lá em JacaCity tem a Rua Antônio Candeia Filho, Cartola é Beco em Manguinhos que é relativamente perto de Mangueira (no meu pouco conhecimento daquela área!), João da Baiana e Donga costumavam se reunir ali na área da Pedra do Sal, o primeiro dá nome ao Largo ali naquela área, onde rolam umas eventuais rodas de samba, o segundo veio a ganhar nome de rua lá em Irajá, isto eu não sei o porquê (será que alguém aí sabe?!). Jackson do Pandeiro era paraibano mas é nome de Beco novamente em Manguinhos e em Santa Cruz é nome de Praça, Nelson Cavaquinho era mangueirense mas virou nome de rua lá em Curicica, Vicente Celestino é nome de Beco em Ramos e Manguinhos, destes não descobri o relacionamento com os bairros.

Na zona sul temos Vinícius de Moraes e Antonio Carlos Jobim que são nomes de Rua em Ipanema, Mauro Duarte é Praça em Botafogo, parte do projeto "Quando eu me chamar saudade" do vereador Eliomar Coelho, do projeto fazem parte também as ruas Manacéia, em Oswaldo Cruz ( já aprovado, esperando efetivação pela prefeitura) e Zé Keti em Inhaúma, ambas no subúrbio.

A maioria dos homenageados não estão vivos, daí me perguntei: Pô quando Chiquito ou Roberto Carlos morrerem vai ser um tal de nome de rua pra tudo que é lado. Por via das dúvidas Manguinhos e Acari já garantiram a Rua Roberto Carlos e de novo, Manguinhos, e Barra de Guaratiba garantiram o Beco e o Caminho Chico Buarque, respectivamente.


por SamBEIRA

 


Na Coluna Gente boa do OGlobo...

Conspiração no samba
A cantora Marisa Monte, a Focarte e a Conspiração são os produtores do filme, dirigido por Lula Buarque de Holanda e Carolina Jabor, sobre figuras históricas das escolas de samba, como Casquinha, Argemiro, David do Pandeiro, Guaracy e as pastoras Doca, Surica e Eunice. Tem todo jeito de uma versão samba do Buena Vista Social Club.



por SamBEIRA

 


Ouvindo o CD O Som Sagrado de Wilson das Neves, confesso que tenho o CD há um tempo mas, acabo só ouvindo a música "O Samba é meu dom", que uns e outros por aí [sic] se apropriaram dela. Hahahaha! Essa música me lembra o Emporium 100, é o hino do 100, conheci por lá com o Pedrinho Miranda cantando, minha tia também sempre pedia esta música. Entonces, vamos fazer o seguinte: é o Hino do 100, é a música da Tia Sonia e a música do Imperiano Marcelinho!

Cheguei até a música 8, esta me lembra outra pessoa... chama-se Anfitrião, um dia me disse que estava ouvindo muito este CD, principalmente a música 8, isto ficou na minha cabeça, hoje me lembrei, e fui verificar a letra. Linda...

A letra é de Paulo César Pinheiro, como a maioria das músicas do disco que tem sambas homenageando Ciro Monteiro, Marçal e passam por temas como o próprio samba em Samba Sagrado que dá nome ao disco, O samba é meu dom a mais popular do Wilson e Fundamento.

Anfitrião

Faço tudo para não chorar
Mas a tristeza ocupou meu coração
Veio um dia só me visitar
Mas resolveu morar em mim
desde então
Canto pra tristeza se afastar
Mas ela fica na janela e faz serão
Diz que enquanto é triste
o meu cantar
De mim ela não sai mais, não
Ela já fica feliz
Quando eu procuro o violão
E vaidosamente
quando eu toco ela diz
Que o choro que ei fiz
É em sua intenção
Mas a tristeza nem quis
Magoar o meu coração
Só que enquanto eu for tão infeliz
Terei que ser o seu anfitrião



por SamBEIRA

 


Eu tô preguiçosa pra dedéu hoje...
Então, só copio e colo:

O BONDE DO SAMBA CHEGA AO IAB

No próximo dia 5 de dezembro, sexta-feira, três dias depois do ¿Dia Nacional do Samba¿ - e nome da rua onde se localiza o IAB-RJ ¿ estaremos comemorando a data com a apresentação dos CDs ¿Mauá¿ e ¿Copacabana¿.

Os Cds, que fazem parte do projeto ¿Circuitos do Rio¿ (www.circuitos-do-rio.com.br) , resgatam a história da ocupação social e urbana dos bairros através de textos, fotos, postais, fragmentos de filmes, gravuras, depoimentos e, claro, muita música...
Após uma breve apresentação do trabalho, o samba rola com o ¿Fabuloso Grupo Eu Canto Samba¿, que anima as rodas mensais do bloco ¿Escravos da Mauá¿, no Largo da Prainha.
Os 50 primeiros sócios do IAB-RJ que anteciparem a anuidade de 2004, levam um CD de graça. A tesouraria estará funcionando. Aproveite!
Quem puder, traga uma lata de leite em pó ou um brinquedo (em condições de brincar) ou as duas coisas.
O evento começa às 19:00 horas, coordenado por Eliane Costa, a quem agradecemos a doação dos CDs.
Venha tomar uma cerveja e sambar conosco. Até sexta!




por SamBEIRA

 

3.12.03
Eu não fui ao Trem do Samba, a maior comemoração do Dia Nacional do Samba aqui no Rio de Janeiro, fiquei em casa colocando algumas coisas em dia. Tá vendo, porque eu sou Sambeira e não sambista!? Se fosse Sambista tinha ido até Oswaldo Cruz...

Alguns amigos blogueiros contam como foi o evento, acompanhem:

Nininho
As Fubangas (detalhe: tem post da Vicki e da Luise)
Mascavinhas (que foi só até a Central pelo visto)
Preto Pobre e Suburbano
E a Chris tb foi mas, ainda não postou nada por causa da ressaca, parece que foi bom, heim?!




por SamBEIRA

 


não olha assim pra mim não, Zuenirzinho, dessa vez eu estou inocente!.

Zuenir Ventura lembra Vinicius de Moraes em sua coluna no Nomínimo.




por SamBEIRA

 


Passinho pra frente
- Eu tiro aquilo ali de letra. Eu tenho pique. Você acha que eu uso a Kombi para subir e descer a Ladeira do Barroso? Eu faço tudo a pé - garante.
Dodô, nova madrinha de bateria da Portela para O Globo

Passinho pra trás
O presidente da Gaviões da Fiel, Ronaldo Pinto, disse ter sabido que a escolha foi do próprio presidente Lula, que é corintiano.
Troca da Portela por Gaviões, Jongo da Serrinha (e não Rocinha como consta no O Globo) por Trovadores Urbanos.


Vai se aproximando o carnaval, e as notícias do mundo do samba estão em toda parte...
O ministro Gilberto Gil tocou pandeiro e caiu no rebolado nesta terça-feira durante as comemorações do Dia Nacional do Samba, em Brasília.

Ele começou a dançar durante a apresentação do grupo Samba & Choro, que tocou "Aquarela Brasileira", de Silas de Oliveira, um samba-enredo da década de 60 que será relançado no próximo Carnaval do Rio de Janeiro pela escola Império Serrano.

"O samba é uma das formas de expressão musical mais importantes. É mais emblemática, é aquela escolhida para simbolizar a música nacional", disse Gil a jornalistas na sede do Ministério da Cultura, antes do início do evento.
(Fonte UOL)



por SamBEIRA

 

2.12.03
Tá bom, tá bom. Eu me rendo.

Amei o disco da Maria Rita, e mais ainda: amei as músicas do Marcelo Camelo o tal do Los Hermanos.
Já que é para comparar, será pecado se eu disser que prefiro a voz da filha que a da mãe?!

Cara Valente
(Marcelo Camelo)

Não, ele não vai mais dobrar
Pode até se acostumar,
Ele vai viver sozinho
Desaprendeu a dividir
Foi, escolher o mal me quer
Entre o amor de uma mulher
E as certezas do caminho
Ele não pode se entregar
E agora vai ter de pagar com o coração
Olha lá, ele não é feliz sempre diz
Que é do tipo cara valente
Mas veja só, a gente sabe
Esse humor é coisa de um rapaz que sem ter proteção
Foi se esconder atrás da cara de vilão

Então não faz assim rapaz
Não bota esse cartaz
A gente não cai não

EÊ ele não é de nada OIÁ
Essa cara amarrada é só
Um jeito de viver na pior
EÊ ele não é de nada OIÁ
Essa cara amarrada e só
Um jeito de viver nesse mundo de mágoas

por SamBEIRA

 


Portela valoriza sua História. Nossa eterna porta-bandeira é agora madrinha de bateria.

Uma das glórias portelenses, Dodô foi escolhida pela diretoria para ocupar o cobiçado posto, substituindo a apresentadora Adriane Galisteu.

Ao saber da notícia, a porta-bandeira campeã em 1935 chorou emocionada. Católica, rezou e pediu proteção aos seus santos. Tinha sido convidada para desfilar junto à velha guarda, o que já era motivo de orgulho, quando foi surpreendida pelo convite.
(tirado do site da Portela)

* * *

E eu achando que a retirada da Galisteu seria apenas uma troca de seis por meia-dúzia...
Dei de cara com a notícia lá no blogue da Chris. Que maravilha !!!



por SamBEIRA

 


Vocês precisam acompanhar o Fotolog da Chris, ela esta fazendo uma série chamada Mundo do Samba, como fotos de personalidades do Samba, começou com Gallotti, Luiís Filipe, Monarco e hoje postou o Wilson Moreira.

O Fotolog só permite que coloquemos uma foto por dia, entonces passem por lá diariamente para conferir as fotos que ela tirou com sua máquina digital.


por SamBEIRA

 


É hoje...




por SamBEIRA

 


Rodas/Shows memoráveis

Portela Aniversário do Monarco 70 anos
Show do Paulinho da Viola no SESC
Show do Paulinho da Viola na Lapa
As rodas do 100
Roda de choro em Floripa
Roda no Cosmopolita (várias)
Roda de choro da Feira de Laranjeiras(várias)
Roda no Candongueiro (com direito a Mercado São Pedro no final)
Argemiro dando canja no Semente num dia de chuva
VGM no João Caetano
VGP no Candongueiro
Roda de choro em São Pedro da Serra
O Samba é minha Nobreza no Odeon
Cordão do Boitatá nas ruas do Centro

por SamBEIRA

 


As minhas listas de ídolos do Samba e do Choro

Galeria ídolos do Samba - Velha Guarda - Idos
Argemiro
Cartola (Carlota?! [risos])
Nelson Cavaquinho
Zé Keti
Adoniran Barbosa
Ary Barroso
Assis valente
Ataulfo Alves,
Candeia
Carlos Cachaça
Geraldo Pereira
Wilson Batista
Ismael Silva
Noel Rosa
Paulo da Portela
Silas de Oliveira
Clementina de Jesus
Clara Nunes

Galeria ídolos do Samba - Velha Guarda - Vivos
Paulo Vanzolini
Paulinho da viola
Dorival Caymmi
Jair do cavaquinho
Wilson Moreira
Walter Alfaiate
Paulo Cesar Pinheiro
Monarco
Wilson das Neves
Alfredo do bip bip
Elton Medeiros
Claudio Jorge
D. Ivone Lara
Cristina Buarque
Nelson Sargento
Guilherme de Brito
Herminio Bello de Carvalho
Casquinha
Délcio Carvalho
Surica
Vó Maria
Luis Carlos da Vila
Moacyr Luz

Os jovens...
Aurea Martins
Teresa Cristina
Pedro Paulo Malta
Pedro Miranda
Nilze Carvalho
Mariana Bernardes
Gallotti
Pedro Holanda

Galeria de ídolos Músicos
As cordas...
Caio Márcio
Luis Filipe Lima
Valter 7 cordas
Dino 7 Cordas
Toni 7 cordas
Paulo Aragão
Marurício Carrilho
Guinga
Daniel Santiago
Marcelo Gonçalves
Zé Paulo Becker
Gabriel Improta
Rogerinho de Brasilia
Nando
Bilinho Teixeira
Ines Perdigão

Pedro Aragão
Pedro Amorin
Hamilton de Holanda
Ronaldo do Bandolin
Nicolas Krassic
Luciana Rabello
Abel Sivuquinha
Geraldo Vargas
Sérgio Prata

Os metais...
Dani Spilman
Paulo Sergio Santos
Rui Alvin
Samuel de Oliveira
Eduardo Neves
Marcelo Bernardes
Camunguelo
Humberto Araújo

A cozinha...
Jorginho do Pandeiro
Netinho do Pandeiro
Celsinho Silva
Agenor
Pizotti
Zezinho
Sandrinho
Marcio Bahia
Esguleba
Sérgio Krakovski
Wilson das Neves
Amoy Ribas
Marcos Suzano
João Hermeto
Marcos Basílio

Temos muitos outros músicos maravilhosos, uns eu não conheço outros eu conheço pouco o trabalho, vou me esforçando para conhecer e admirar o trabalho deles...

por SamBEIRA

 


Um ano de blogue. E... ?!

Quando conheci os blogues, tinha a visão de diário de adolescentes, acho que a impressão ficou por causa de um blogue que visitei e nem me dei o trabalho de colocar nos Favoritos, a inutilidade era absurda, "Hoje acordei..." "Hoje comi". Depois conheci um coletivo [também não lembro o nome!] era de um grupo de mulheres que se reuniram para avacalhar os homens, não era a minha praia também. Passado um bom tempo talvez um ano, esbarrei por acaso com o blogue da Paula Foschia, a devogada mais hilária da rede, foi quando fui fisgada por "esta coisa de blogue". A Paula costumava escrever assuntos variados, seus passeios pela Alfândega, seu traficante de produtos da Kerastase até aí nada demais, eu era apenas mais um voyeur do mundo dela, e a partir do dela conheci alguns interessantes que acompanho até hoje: a Letti, o Moidsch e a Viola são alguns exemplos.

Resolvi criar o meu. Faltava um tema, eu não queria ser mais uma na rede falando sobre o que eu comi no almoço, a cor do meu esmalte ou os novos pares de meia listradinhos que comprei numa mega-super-hiper-promoção das americanas. O tema apareceu para mim por acaso, no dia 2 de Dezembro, escolhi o samba para assunto do meu diário. Não era a minha praia como expert, eu apenas conhecia o mundinho do samba que acontecia aqui no circuito Lapa-Lavradio. Seria então o diário de uma freqüentadora de rodas de samba e de choro de uma determinada região do Rio de Janeiro, uma visão bem limitada do samba aqui no Rio. Eu, apesar de ter raízes lá no suburbão, pertinho do Quilombo que Candeia fundou em Coelho Neto [há controvérsias, dizem que aquela parte é Acari, outros chamam de Fazenda Botafogo], estudei 8 anos no Salesiano em Rocha Miranda, ali coladinho a Madureira e Oswaldo Cruz, bairros de Imperianos e Portelenses, não era de freqüentar as rodas de sambas. Meu contato com as rodas de samba foi bem tardio, só vim conhecê-las quando já morava na na Zona sul, pelo Gallotti, conhecido justamente como o responsável pelo movimento de revalorização do samba entre os jovens da zona sul. Taí a prova, faço parte deste grupo.

A minha preocupação inicial era de que as pessoas entendessem que eu não era conhecedora profunda no assunto, o que aconteceu, não tive problemas quanto a isto, e usava o espaço do blogue para divulgar as rodas que curtia, os sambas, os compositores e algumas vezes criticar alguns grupos que não gosto, bem no momento só me lembro de um[tirando os rudimentares que não são profissionais!], que eu tenha escrito aqui que NÃO gosto, motivos estes particularíssimos, mas, não pessoais: prefiro o samba tocado de forma mais cadenciada, nada de acelerar o andamento, quando ouço este grupo parece que escuto um disco na vitrola em rotação 78, há quem goste, há quem goste, eu não. Inclusive, sobre este grupo estou aguardando o novo CD, não acredito que mudem os arranjos que já viraram marca do grupo, mas Chiquito faz participação especial e a cantora do grupo, dotada de muito talento, tem uma das vozes mais bonitas na cena do samba aqui pela Lapa-Lavradio , então preciso conferir.

Foi justamente num dois de dezembro chuvoso que este blogue surgiu na rede, eu, enlouquecida porque não iria ao Trem do Samba, [motivos: chuva e muito trabalho] uma das comemorações do Dia Nacional do Samba aqui no Rio de Janeiro, fiquei aqui em frente ao PC, entrando para o mundo blogueiro. No ano anterior eu havia ido e não pude ficar muito tempo, era um domingo e eu estava de plantão, na época trabalhava no Projeto Bolsa Escola, fui a Oswaldo Cruz e voltei para trabalhar, ficou aquele gostinho de quero mais, talvez hoje a chuva de tréguas a comemoração do Dia Nacional do Samba, eu ainda não sei se irei...

Gostaria aqui com este um ano de blogue homenagear e agradecer as pessoas conheci através do Samba, seja por blogue ou pelas rodas, e que com elas ou me diverti nas rodas ou aprendi um pouquinho do Samba:


Sonia (pelos discos de Chico e Caetano que influenciaram minha adolescência, minha primeira vez no Candongueiro, ao 100 e ao Juarez)
Soila (minha primeira vez no Candongueiro, ao 100, Juarez )
Gallotti (pelo samba)
Mari Cota (Candongueiro, 100, CCC)
Adre (100, CCC)
Carol (primeira a comentar no blogue!)
Andrea (Anh! tem tanta coisa... tempo do semente do ccc, do candongueiro do Juarez, dama da noite, democráticos, feijoada, etc etc etc etc... Amiga!)
Rosane (candongueiro, Paulistinha, Democráticos, posso adotar a família toda?!)
Jane
Carla
Maurício (Monobloco)
Maria (pelas rodas de samba)
Victor (candongueiro, 100, ccc)
Junior (Candongueiro e dagema)
Domingos (tá sumido! Companheiro de 100, Carioca, semente)
D.Hilda e Ilton do candongueiro
Aldredo Del-Penho, Thiago, Ivan, Daniel, Rodolpho (tempos do Unha de Gato no Bar Convés)
Aninha Rabello
Caio (Preciso dizer o porquê?)
Nozimar, Hamilton e os outrs rasta (não lembro o nome!)
Eugênia (motivação para o blogue, comentários, rodas de samba, nossa já encontrei em tantas situações que não tem algo específico!)
Chris (pela companhia bloguistica, Agenda, comentários informativos)
Paulo (pela Agenda, Feijoda no Horto)
Filipe (pelos comentários informativos, comentários engraçados e pelo maravilhoso 7 cordas)
Pedro Paulo (comentários, parceiro em homenagens ao Monarco Ze Ketti e Walter Alfaiate e o maravilhoso dia do samba na Portela e depois show do Paulinho da viola)
Claudinha (maravilhoso dia do samba na Portela e depois show do Paulinho da viola)
Marcelinho(sambas no CCC e Paulinho da viola na Lapa na chuva!)
Luise, Vicki, Angela, Ana Amélia (samba no CCC, no Bip)
A turma do MM!
Ju Prado (pelo samba e pelo carinho no momento mais difícil que passei por estes meses)
Juli Mariano
Os Tangerinas
Marcus Fernando (comentários informativos, link com a Soninha em Brasília!)
Soninha Brasilia (Cicerone do Samba em Brasília!)
Arnaldo Alfredo (samba no CCC, no Bip)
Licineo (Por tantas vezes no samba e motivação para jogar frescobol!!!)
Zilmar (samba no CCC, no Bip)
Nilze (pela voz, pelo bandolim e por sua elegância)
Mariana Bernardes (pela voz)
Pedro Miranda (por Dorival Caymmi)
Teresa Cristina (os tempos do semente, por Paulinho da viola)
Roberta sampa (pelos comentários, Agenda e cicerone do Samba em Sampa (um dia, um dia!))
Cintia (uma sambista em comum: Cristina Buarque)
Vicente (pelos comentários, Homenagem Monarco, PPS)
Flavio Santoro (Democráticos)
Mariana Domeuladododedentro!
Aline
Zé Carlos do Sovaco de Cobra
Zé Carlos das rodas do 100
Pratinha, Guilherme, Marcia Villar e todo o pessoal da Oficina do Choro

Claro que está faltando gente a lista é imensa... ao longo do dia irei atualizando...


por SamBEIRA

 

1.12.03
Entrei no site da Biscoito Fino para saber o preço de uns CDS que quero comprar, daí dei de cara com a Pop-Up de promoção de Natal: na compra de 4 CDS pelo site, um CD de brinde.



por SamBEIRA

 


Aniversariante do dia: Otto Enrique Trepte, o Casquinha da Portela

Cantor de sacola

Antigamente, quando o samba era mais devagar
Eu chegava e podia cantar
Os sambinhas que eu faço, sem pretensão
Mas, hoje em dia, a ambição de gravação
Eu chego, fico sentado num canto
Quero cantar e não me deixam, não ( já entendi a razão )
Mas, doravante, vou bancar o ignorante
Vou chegando, quero cantar, seja lá em qualquer tom
Porque pra isso levo comigo Osmar do Cavaco, mulato de fato
E Jorge da Conceição, que é o rei do violão

Então eu vou cantar até em tom sustenido
Sem ferir o ouvido de quem estiver a mês escutar
Todos dirão, que voz tão bela
Não podia ser de outro, trata-se de Casquinha da Portela

Então eu volto a cantar com todo o prazer
Mas não ficarei ofendido se ouvir alguém dizer
Sai fora daí, ó seu cantor de sacola
Se ainda sobrevive é graças ao Paulinho da Viola


por SamBEIRA